É melhor não ter filhos e possuir virtude do que ter uma família numerosa e ímpia: a virtude deixa uma memória imortal, enquanto a descendência dos ímpios é como ramos quebrados pelo vento antes que o fruto amadureça. O autor enfrenta então o escândalo do justo que morre jovem. Uma velhice honrosa não se mede pelo número de anos, pois "o entendimento equivale aos cabelos brancos". Alguém que agradou a Deus foi levado do meio dos pecadores, arrebatado cedo para que a maldade não alterasse seu entendimento; aperfeiçoado em pouco tempo, completou uma longa vida. Os ímpios verão seu fim sem compreendê-lo e chegarão com medo ao próprio acerto de contas.

Sabedoria 4 - Resumo
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Personagens deste capítulo

O rei cuja voz o livro adota sem nunca nomeá-lo: ele pede a sabedoria em oração e recebe a tarefa de construir o templo

O primeiro pai formado, a quem a sabedoria protegeu e tirou da sua queda

O justo guiado através do dilúvio sobre um simples pedaço de madeira

O justo preservado irrepreensível e firme diante do seu terno amor pelo filho

O justo que foi vendido, a quem a sabedoria acompanhou ao calabouço e elevou até o cetro

O servo do Senhor e santo profeta por meio do qual a sabedoria enfrentou o faraó e conduziu Israel

Pai de Abraão, o homem que parou em Harã

Filho de Noé, ancestral dos povos semíticos
Lugares deste capítulo
Posição no livro
As almas dos justos estão nas mãos de Deus; os que não têm filhos e os que morrem jovens não são esquecidos, e os ímpios confessam seu erro no juízo.

